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Endometriose

A endometriose é uma doença inflamatória crônica que geralmente tem diagnóstico tardio, o que atrasa o tratamento e agrava suas consequências.
Seu tratamento passa necessariamente pelo diagnóstico correto, e pode ser realizado com uso de medicamentos. Na InVideo sabemos que a cirurgia para endometriose é mais bem realizada e tem melhores resultados quando feita por cirurgia minimamente invasiva, seja por videolaparoscopia ou robótica. 

Você tinha razão!

Você sente dores pélvicas ou cólica menstrual intensa desde a adolescência?

Você sabia que mesmo em países desenvolvidos a endometriose demora anos para ser diagnosticada?

O diagnóstico tardio é muito frequente na endometriose. A equipe da InVideo tem preparo para lhe auxiliar no processo de diagnóstico e no tratamento da endometriose, seja precisando de cirurgia ou não.


O que a endometriose causa?


Os maiores sintomas da endometriose são dor pélvica e infertilidade. Praticamente metade (50%) das mulheres com endometriose têm dor pélvica crônica, e 70% têm cólica menstrual. Dor na relação sexual também é comum, e a infertilidade acomete aproximadamente 50% das mulheres com endometriose. Os sintomas urinários e gastrointestinais são mais raros.

Geralmente a endometriose causa importante comprometimento da qualidade de vida da mulher, com efeitos sociais e psicológicos marcantes. Na InVideo recomendamos acompanhamento psicológico para as mulheres com endometriose, antes e após uma cirurgia, e mesmo que não sejam operadas. Nem todas as pacientes com endometriose precisam fazer cirurgia. O conhecimento da própria doença e o reconhecimento dessa condição é de suma importância no tratamento da endometriose.

Até 25% das mulheres com endometriose podem ser assintomáticas, e a endometriose pode acometer qualquer mulher, desde a primeira menstruação até a menopausa, independente da raça ou de ter filhos ou não. Estima-se que de 5 a 15% das mulheres têm endometriose, e esse número sobe para 35 a 50% em mulheres com infertilidade e dor pélvica crônica. 

Referências:

"Endometriosis: Overview". www.nichd.nih.gov. 2017.
"Endometriosis: Condition Information". www.nichd.nih.gov. 2017.
Culley L, Law C, Hudson N, et al. (1 November 2013). "The social and psychological impact of endometriosis on women's lives: a critical narrative review". Human Reproduction Update. 19 (6): 625–639. ISSN 1460-2369. PMID 23884896. doi:10.1093/humupd/dmt027.


A endometriose é uma doença moderna?

A primeira descrição de endometriose na medicina moderna foi em 1860, por Karl von Rokitanski, mas há relatos compatíveis com endometriose em textos de mais de 4.000 anos atrás. Médicos da época de hipócrates, o "pai da medicina", na Grécia antiga, já reconheciam a dor pélvica crônica como uma desordem orgânica, há 2.500 anos atrás. Durante a idade média houve um recrudescimento do entendimento da natureza da doença e as mulheres com dor pélvica eram consideradas loucas, fracas, promíscuas, ou histéricas. O diagnóstico histórico da "histeria", por exemplo, provavelmente se referia a casos de endometriose, e não de uma alteração psicológica. Na InVideo sabemos dessa face importante da endometriose, e oferecemos aconselhamento psicológico especializado em endometriose para nossas pacientes.

Historicamente, ao longo dos séculos, a endometriose foi confundida com os mais diversos estereótipos que acompanham mulheres com dor pélvica crônica e instabilidade emocional. Pode parecer absurdo, mas no passado mulheres com sintomas compatíveis com endometriose já foram tratadas com sangria, camisas de força, duchas químicas, mutilação genital, e até forçadas a engravidar (Durante a gravidez os sintomas de endometriose geralmente cessam). O problema da associação da dor pélvica a uma doença mental acarretou e acarreta, até hoje, atrasos no diagnóstico e no tratamento da endometriose. Estima-se que as mulheres que procuram tratamento para endometriose tenham queixas que já duram, em média, 6 anos antes do diagnóstico.

Referências:

Batt, Ronald E. (2011). "A history of endometriosis". London: Springer. pp. 13–38. ISBN 978-0-85729-585-9.
Nezhat C, Nezhat F. (December 2012). "Endometriosis: ancient disease, ancient treatments." Fertility and Sterility. 98 (6 Suppl): S1–62. PMID 23084567. doi:10.1016/j.fertnstert.2012.08.001.
Gomel V, Taylor PJ (1995). "Diagnostic and operative gynecologic laparoscopy". St. Louis, MO: Mosby.
Overton C, Davis C, McMillan L, et al. (2007) "An atlas of endometriosis" (3rd ed.). London: Informa Healthcare. pp. 9–10.


Na InVideo você pode fazer sua consulta médica, temos médicos especialistas em ginecologia, cirurgia geral e urologia. Temos também psicóloga especializada em endometriose. Uma vez seu tratamento ideal incluindo cirurgia, fazemos seu procedimento com uma equipe multidisciplinar, com médicos de mais de uma especialidade operando juntos.
Atendemos convênios e fazemos seu orçamento particular.

Fatores de risco e indicativos

A causa da endometriose não é totalmente compreendida, e existem várias teorias para explicar a origem da endometriose. Fatores de risco e sinais indicativos de endometriose incluem, a partir de conclusões de diferentes estudos:

História familiar

Quanto à predisposiçõa familiar, alguns estudos mostram um risco mais elevados em parentes de primeiro grau, entre 3.5 e 7x maior do que em pacientes sem essa correlação.

Infertilidade

A endometriose não é sinônimo de infertilidade, mas a ocorrência de infertilidade deve levantar a suspeita de endometriose, já que a taxa de infertilidade chega a 50% das pacientes com endometriose.

Dismenorréia

A cólica menstrual (ou dismenorréia) crônica é um dos sintomas mais marcantes da endometriose e serve como sinal de alerta para sua investigação. Estima-se que ao redor de 50% das pacientes com endometriose tenham dor pélvica, e que dessas 70% tenham dismenorréia.

Paridade

Não ter filhos ou ter poucos filhos pode ser um fator predisponente para a endometriose. Em teoria, a explicação seria o maior número de ciclos menstruais nessas pacientes.

Baixo peso

Alguns estudos sugerem uma relação entre um índice de massa corporal (IMC) elevado e um menor risco para endometriose.

Educação superior

Algumas séries de caso relatam essa correlação, que pode estar presente pelo fato de mulheres com curso superior poderem fazer exames e buscar atendimento que possibilita o diagnóstico de endometriose. Mais provavelmente essa relação não existe, e é relatada por discrepâncias no diagnóstico entre as classes sociais.

Dor na relação sexual

Também é um sinal de alerta para a investigação de endometriose.

Laparoscopia prévia

Pacientes que já realizaram "laparoscopia por dor pélvica" podem ser portadoras de endometriose e não sabem disso.

Leite de soja

O uso de derivados da soja pode aumentar os níveis circulantes de estrogênio por conter isoflavonas (que são "fitoestrógenos"). Existe a teoria de que seu consumo na infância (leite de soja por exemplo) pode ser um fator de risco para a endometriose. Por outro lado, o consumo por adultos pode melhorar os sintomas.

Parto prematuro

Alguns trabalhos mostram uma relação importante entre a endometriose e o trabalho prematuro e também a placenta prévia. 
Muito se fala sobre abortamento e endometriose, sem nenhum fundamento científico.

Uso de dietilestilbestrol 

O medicamento dietilestilbestrol (DES) é um estrogênio sintético que já foi largamente utilizado no passado, há muitos anos não se usa mais. Mas se a mãe da paciente usou isso pode ser um fator de risco.


Referências:
Peterson CM, Johnstone EB, Hammoud AO, et al. "Risk factors associated with endometriosis: importance of study population for characterizing disease in the ENDO Study". American journal of obstetrics and gynecology. 2013;208(6):451.e1-451.11. doi:10.1016/j.ajog.2013.02.040.
Upson, K., Sathyanarayana, S., Scholes, D., & Holt, V. L. (2015). "Early-life factors and endometriosis risk". Fertility and Sterility, 104(4), 964–971.e5. http://doi.org/10.1016/j.fertnstert.2015.06.040
Rahmioglu N, Nyholt DR, Morris AP, et al. (2014). "Genetic variants underlying risk of endometriosis: insights from meta-analysis of eight genome-wide association and replication datasets". Human Reproduction Update. 20 (5): 702–716. ISSN 1355-4786. PMC 4132588 Freely accessible. PMID 24676469. doi:10.1093/humupd/dmu015.


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